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	<title>Comments on: Saudade no ônibus</title>
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	<description>Ri, coração, tristíssimo palhaço!</description>
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		<title>By: Estudante de Filosofia</title>
		<link>http://ricto.wordpress.com/2009/05/20/saudade-no-onibus/#comment-467</link>
		<dc:creator>Estudante de Filosofia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2009 12:42:22 +0000</pubDate>
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		<description>Talvez o estudante de filosofia também te &lt;i&gt;ame&lt;/i&gt;, talvez também cresçam árvores pelos muros.

Talvez haja vida neles.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez o estudante de filosofia também te <i>ame</i>, talvez também cresçam árvores pelos muros.</p>
<p>Talvez haja vida neles.</p>
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		<title>By: LM</title>
		<link>http://ricto.wordpress.com/2009/05/20/saudade-no-onibus/#comment-466</link>
		<dc:creator>LM</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2009 03:56:31 +0000</pubDate>
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		<description>Precisava mais era de, sei lá, comiseração divina. É muito incômoda a sensação de estar sendo contínua e interminavelmente testada. E, sendo sozinha, ter que colocar eu mesma cada tijolo do muro da minha vida --- enquanto sinto que nas vidas das pessoas leves os muros crescem nas árvores. Não quero ter consciência o tempo todo. Não quero ser sem trégua a parte ativa. Quero acordar um dia rodeada de fatos extraordinários (no bom sentido) espalhados ao pé da minha cama.

(E que a imagem do homem que eu amo durma em paz esta noite e todas.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Precisava mais era de, sei lá, comiseração divina. É muito incômoda a sensação de estar sendo contínua e interminavelmente testada. E, sendo sozinha, ter que colocar eu mesma cada tijolo do muro da minha vida &#8212; enquanto sinto que nas vidas das pessoas leves os muros crescem nas árvores. Não quero ter consciência o tempo todo. Não quero ser sem trégua a parte ativa. Quero acordar um dia rodeada de fatos extraordinários (no bom sentido) espalhados ao pé da minha cama.</p>
<p>(E que a imagem do homem que eu amo durma em paz esta noite e todas.)</p>
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		<title>By: Leone Rocha</title>
		<link>http://ricto.wordpress.com/2009/05/20/saudade-no-onibus/#comment-465</link>
		<dc:creator>Leone Rocha</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2009 02:20:39 +0000</pubDate>
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		<description>Hmmmm... boa sorte, mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hmmmm&#8230; boa sorte, mesmo.</p>
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		<title>By: LM</title>
		<link>http://ricto.wordpress.com/2009/05/20/saudade-no-onibus/#comment-464</link>
		<dc:creator>LM</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 00:21:42 +0000</pubDate>
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		<description>É que a tristeza otimiza os sentidos. Mas eu nem to triste, to é me apaixonando mesmo. E a paixão enlouquece os sentidos --- daí a poesia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É que a tristeza otimiza os sentidos. Mas eu nem to triste, to é me apaixonando mesmo. E a paixão enlouquece os sentidos &#8212; daí a poesia.</p>
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		<title>By: Marie</title>
		<link>http://ricto.wordpress.com/2009/05/20/saudade-no-onibus/#comment-463</link>
		<dc:creator>Marie</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 00:14:30 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bonito o poema. Mas por que será que a gente só escreve coisas bonitas assim quando estamos tristes? 

Fique bem. Beijos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bonito o poema. Mas por que será que a gente só escreve coisas bonitas assim quando estamos tristes? </p>
<p>Fique bem. Beijos.</p>
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